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Produzo trabalhos portáteis, de paisagens e seus habitantes. São registros visuais sutis, documentários com apelo para a delicadeza. As referências são imagens colecionadas do cotidiano, que me chegam via memória, correios, jornais, revistas e internet.

Valorizo a lentidão, a simplicidade, o branco, a economia de elementos, o velado, os pequenos formatos. São contrapontos ao ritmo frenético da vida contemporânea.

Provoco as pessoas a imaginarem o que se pode encontrar sob as veladuras que escondem um desenho ou uma pintura.

Tento criar realidades paralelas, como exercício, sem preocupação com questionamentos políticos, sociais, ecológicos.